
sábado, 10 de abril de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

Eu tenho a mania de remecher, atrás de uma nostalgia, que me faz mal.
Parei, fechei os olhos e pensei. Acho que, sinceramente, não convém eu ficar lamentando “águas passadas”, por mais que seja bem difícil as tirar do pensamento, mas aprendi com tudo isso que um dia a gente tem que “cair”, “baixar a crista”, ou coisa do tipo. Eu não sou dona da verdade, então eu tenho todo direito do mundo de errar, e obrigação de arcar com todas as consequências possíveis, isso não servi só pra mim, sendo assim, eu, talvez, fique um pouco mais consolada - em saber que tudo o que vai, volta.
Eu espero que Deus me dê forças, porque eu estou tentando de várias maneiras, lendo, escrevendo, mas quando eu encontro comigo mesma (coisa que não dar pra fugir) eu me deparo com a solidão, e com meus pensamentos soltos, que nem eu mesma consigo controlar... Eu me culpo, me erro, me perco, me magou. E isso dói, ninguém quer o mal pra si próprio, obvio. Então, eu preciso de ajuda, de uma ajuda Divina de Deus, que não me faça esquecer (porque é impossível) mas que ponha coisas boas na minha vida pra superar, porque sem novidade, na minha opinião, não dar pra mudar de capítulo. E é isso que eu quero, mudar de capítulo.
Ps.: Foto por Isabella Valentim
(Carina Palhano)
sexta-feira, 19 de março de 2010

Pra começo de conversa eu vou me explicar, enfim... Quero contar as novidades maravilhosas que estão acontecendo na minha vida, são bem naturais, mas estão me fazendo um bem danado. Eu fiquei um tempo sem vir por aqui, minhas aulas voltaram, isso é bem feliz, rever todos alguns coleguinhas de sala, voltar a estudar, rever os amigos e abrir o coração pra novas emoções, ah! Quem diga que o tempo colegial não seja muita emoção. Sem falar que já é segunda série do ensino médio, e eu quero triplicar meus estudos pra me preparar pro vestibular. Esses dias têm sido bem interessante pra mim, ontem eu fui passear com pessoas bem especiais, e foi bem especial, um passeio tão simples, e cheio de risos, lanchamos, compramos, conversamos, tiramos fotos, happy day ...
Hoje, exatamente, eu vejo quantas coisas mudaram na minha vida. Antes ‘coisas‘ que pareciam essenciais pra mim, agora não faz sentindo algum, é incrível. Eu vejo, quantas pessoas pesadas eu já carreguei em meu ombro chamando os de amigo, quantas se ‘foram’ e deixaram boas lembranças, quantas vezes eu fui simpática com seres humanos de brincadeira/falsos, e acabei me envolvendo. Abaixo a simpátia, eu vou rir só em quem eu achar que devo confiar, - isso não tem nada a ver com educação, ok? Vou ser sempre educada. É que hoje eu carrego em mim uma felicidade leve, antes eu tinha uma felicidade enorme, que no entando, me trazia várias infelicidades. Hoje eu tenho uma felicidade tranquila, lembranças boas e tristes, e sigo em frente rindo, e feliz. Isto não é nenhuma apologia a minha vida ou coisa do tipo, é que vejo que as coisas estão mudando, e como tão. E fico bem feliz por isso. Bem, acho que por hoje é só, um grande beijo.
Ps¹.: Foto, com meus queridíssimos, Isabella, minha nova amiga e Gustavo, meu amigão.
Ps².: Eu tou apaixonada por Engenheiros do Hawai.
Ps³.: Lendo As Crônicas de Narnia, é muito bom, e ganhei o melhor livro do meu mundo, O Pequeno Principe.
(Carina Palhano)
sexta-feira, 12 de março de 2010

Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Bem, esses últimos tempos eu estou sendo mais amiga do meu blog, convém que estou de férias e tenho mais tempo, inclusive pra me meter em aventuras e roubadas. Estava vindo aqui sempre me lamentar e reclamar, hoje eu já estou de cabeça mais erguida, de maneira que possa falar de tudo um pouco do que está acontecendo em minha vida, não sei se interessa à você, mas é bem aliviante pra mim, ter um lugar onde eu possa expor todos os tipos de sentimentos, e o mais interessante, de maneira ‘subentendida’. Pois é, eu tenho essa mania, quando estou feliz esbanjo tanto sorriso que quase não tenho tempo pra escrever, e quando estou triste* quero ficar comigo mesma, mas acima de tudo, quero falar comigo mesma, por isso escrevo, isso não quer dizer que eu sinta essa vontade só quando estou triste, agora neste momento, estou leve, e em um momento de nostalgia, mas o mais importante, estou tranquila.
Acho que não é novidade dizer que eu sou apaixonada pelo meu blog, sinto vontade de tirar ele desse computador e guardar aqui no meu quarto, acho que na internet ele fica meio avulso/desprotegido, isso porque eu já perdi um blog. Mas pois é, eu quero mesmo é falar de mim, das coisas que aconteceram nessa minha longa férias de dois mil e nove pra dois mil e dez. Então, surgiu uma coisa diferente e inovadora, que me deu oportunidade, serei grata pelo resto da vida, um trabalho... certo que eu já ganhava meu próprio dinheiro, vendendo os produtos da Natura, não é nada que dê pra me manter, mas me ajuda muito. Bem, mas uma amiga minha, por sinal muito especial e linda, que é modelo profissional, disse que em um ShowRoom que ela trabalhava eles estavam precisando de modelos, e que eu poderia ser uma, se eu quisesse, eu quis, claro! Admito, apesar de parecer ‘extrovertida’ e ‘expressiva’ no começo tive receio e vergonha, e bem, as portas se abriram, eu fui chamada pra outro ShowRoom, pra fazer outros desfiles, mas esses tipo de trabalho só rola durante as férias. Bem, fora à isso, eu, Graças a Deus, não fui pra tantas festas, fiz passeios leves, e agradaveis. Acho que não precisa dizer que me meti numa roubada, numa aventura amorosa, logo eu, que ‘pareço’ ser tão rigida, pois é, todos têm seus momentos de fraqueza, no começo dizia que ... bem, que... digamos, que eu dizia que a ‘vontade’ falava mais alto, depois vi que o coração folou mais alto, mas agora ele já tá falando baixinho e se desacostumando com a idéia de tá ‘afim’ de alguém. O que mais impressiona é as pessoas tem mania de dizer: “Beije um sapo, vira um príncipe.” Coisa do tipo, bem, essa teoria só se for pro passado bem distante, né? porque hoje, beijamos um príncipe e eles viram um sapo, rs. Estamos apaixonadas, felizes, com um rapaz lindo e legal, quando aparecem decepções, no meu caso, de certa forma, eu sabia que ia aparecer, fui burra mesmo. Fazer o que? Se minhas amigas lerem isso vão achar estranho, acreditem, não sou de me apaixonar facilmente, nem de me deixar iludir, mas enfim... fazer o que? Eu devo ter tido motivos. Pois bem. Esse assunto já deu o que tinha que dar, e eu tou na fase “Criança boba brincando com os brinquedos.” é que tudo cismou de acabar agora, tênis, sandálias, chinelos, roupas, óculos, maquiagens, rs. E a melhor parte é ter que comprar tudo, e sabe o QUANTO isso me deixa feliz? Vocês não imaginam. Sem falar que minhas aulas começam segunda, e eu, particularmente, fico ansiosa, e sem falar, que eu ADORO comprar meus matériais, caderno, estojo, caneta, borrocha, ah! Que boba, mas é... se me deixarem em uma papelaria com uma quantia inderminada de dinheiro, eu levaria TANTA coisa (viajei!), mas só de imaginar minha mãozinha abrindo o estojo, pegando a caneta e se jogando com um certa levesa em cima das folhas, pra escrever milhares de palavrinhas, ah! Como eu adoro isso.
Gente, eu escrevi demais, acho isso tosco mas sempre aconteci, sem falar que o sono tá batendo. Bem, estou indo, volto o mais rápido possível, expressões bate em minha cabeça a todo instante quando estou sozinha. Um grande beijo, fiquem com Deus.
(Carnina Palhano)
quarta-feira, 10 de março de 2010
Eu vou dizer o que é pra você dizer.
Se alguém perguntar por mim,
diz que eu saí por aí,
que eu não tenho muitos compromissos,
e que eu tou afim.
Afim de fazer uma nova estória,
afim de jogar uma nova bola.
Se alguém perguntar por mim,
diz que eu criei coragem,
pra chutar o balde
e admitir que a partir de agora eu só ouço quem fala a verdade.
Se alguém perguntar por mim,
diz que eu deixei o recado
o recado que eu tenho a vida inteira do meu lado.
Se alguém perguntar por mim,
diz que eu mudei
porque eu errei
porque eu amei
porque eu chorei
Se alguém perguntar por mim,
diz que eu não sei parar de escrever
e isso foi desde quando eu aprendir a ler.
Se alguém perguntar por mim,
pode dizer que eu conheço muita gente,
mas que eu continuo muito carente.
(Carina Palhano)
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Quero mostrar o apreço
Hoje eu vir falar de uma coisa diferente, não tão diferente, mas sim um assunto que nunca tinha abordado, não é sobre mim, nem sobre você, nem sobre nós todos, nem... enfim! Eu quero falar do pequeno, do minúsculo que pegou uma parte do espaço do meu coração, ficou com um pouco de mim e deixou um muito de si em mim, é sobre ele, O Pequeno Príncipe.
Deixe-me primeiro explicar. Talvez por falta de opção eu não tenha nem melhores nem fieis, tudo é tão confuso e as vezes ser muito exigente nos deixa com falta de opção pra escolher o melhor, talvez, por isso não tenha tantos amigos, namorado, tcs tcs tcs. E até na hora de ler eu me sinto exigente, até hoje posso ter lido várias metades de livros, vários 1/3 de livros, vários começos de livros, e mais vários livros inteiros, mas nenhum me falou tanta verdade com tanta sutileza, delicadeza, e um tanto de inoscência, quanto ele, O Pequeno Príncipe.
Ao ler este livro queria que tivesse um espelho do meu lado, pra ver em mim o orgulho que eu sentia e que expressava de tal maneria em meu rosto, assim como as crianças, sentia meu rosto brilhar de tanto orgulho e felicidade, e fidelidade, e todos os sentimentos que por aquele momento, por este e por quantas vezes eu ler o livro, me faz a pessoa mais feliz do mundo, despertou em mim, pois saber que alguém escreveu tudo aquilo que eu pensava, tão igual que me deixou um tanto surpresa, mas escreveram em uma estória tão linda, diria fábula, ou se preferirmos uma parábola, seja o que for, o que me encantou foi a tão singela forma, a expressão, aaaah! ele, O Pequeno Príncipe, aaaaaah! O Pequenino.
É um livro ilustrados, como para crianças, o livro fala todas as verdades possíveis, mas não é para crianças, porque traz justamente a lembrança da infância, a mensagem da criança, e essa criança entrará no teu coração, a milhas e milhas, e reconhecerás os teus olhos, o teu riso, a tua alma de há vinte ou trinta anos (no meu caso, o meus há 15 ou 16 anos, rs.) . A menos que não queiras ver, a face do Pequeno Príncipe. Mas sem dúvidas, as crianças também entenderão esse livro, porque elas são capazes de compreender tudo, até mesmo os livros pra 'gente grande'.
"Peço perdão às crianças por dedicar este livro a uma pessoa grande. Tenho uma desculpa séria: essa pessoa grande é o melhor amigo que possuo no mundo. Tenho uma outra desculpa: essa pessoa grande é capaz de compreender todas as coisas, até mesmo os livros de criança. Tenho ainda uma terceira: essa pessoa grande mora na França, e ela tem fome e frio. Ela precisa de consolo. Se todas essas desculpas não bastam, eu dedico então esse livro à criança que essa pessoa grande já foi. Todas as pessoas grandes foram um dia crianças. (Mas poucas se lembram disso.) Corrijo, portanto, a dedicatória."
Este livro, é um teste, uma lição, então eu recomendo, leia, por favor, leia, e quando leres, lembre de mim, de você e compare, porque ele é uma realidade, é uma verdade, pura, sem dramas, ingênua, assim como a verdade de uma criança. Ele não estéril, é a mais pura fertilidade, abrirá tua mente para um mundo de verdades sensatas, posso dizer: verdades absolutas e puras (repito mil vezes com as mesmas mesmas palavras: PURAS, VERDADES, FIDELIDADE) . E se não quiseres entender, se não te interessares, aqui fica a sentença do Príncipe: - "Tu não és um homem de verdade. Tu não passas de um cogumelo!"

“_Não – disse o principezinho. – Eu procuro amigos. Que quer dizer “cativar”?
_É algo quase sempre esquecido – disse a raposa. – Significa “criar laços”…
_Criar laços?
_Exatamente – disse a raposa. – Tu não és pra mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo…
_Minha vida é monótona. Eu caço galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens também E isso me incomoda um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourador. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo…
A raposa calou-se e observou por muito tempo o príncipe:
_Por favor… cativa-me! – disse ela.
_Eu até gostaria – disse o principezinho -, mas não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
_A gente só conhece bem as coisas que cativou – Disse a raposa. – Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
_Que é preciso fazer? – perguntou o pequeno príncipe.
_É preciso ser paciente – respondeu a raposa. – Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás um pouco mais perto…

“Só as crianças sabem o que procuram, disse o principezinho. Perdem tempo com
uma boneca de pano, e a boneca se torna muito importante, e choram quando a gente a
toma ..”
“As pessoas grandes são muito esquisitas.”
“As pessoas grandes são decididamente muito bizarras.”
“As pessoas grandes são mesmo extraordinárias.”

“Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a
raposa disse:
- Ah ! Eu vou chorar.
que eu te cativasse ...
- Quis, disse a raposa.
- Mas tu vais chorar ! disse o principezinho.
- Vou, disse a raposa.
- Então, não sais lucrando nada !
- Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
- Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás
para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.
Foi o principezinho rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda.
Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era
uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo.
Ela é agora única no mundo.
E as rosas estavam desapontadas.
- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa,
sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é,
porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a
redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto
duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou
mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o
coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se
lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves
esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável
pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se
lembrar.”
Fica a dica. *:
(Carina Palhano)

