quinta-feira, 29 de julho de 2010

Nós. \o/


Se privar de muitas coisas pela sociedade, sonhar e nem sempre expressar o sentimento. As mulheres de hoje em dia querem tanto um reconhecimento na sociedade, querem tanto se mostrar independente emocionalmente e blá blá blá.
Há quem diga que as mulheres em tempos remotos viviam na beira do fogão e da lavanderia, hoje nós temos liberdade pra exatamente tudo, inclusive para nos pôr limites e poder sonhar da maneira que quiser! Liberdade não significa ter milhões de namorados e muito menos achar que homem não serve pra nada, além de prazer, e que todas podem criar filhos sozinhas. Não é assim! Por favor, eu não quero dizer que temos que nos sujeitar a qualquer situação apenas para ter alguém ao nosso lado, seja na juventude, ou numa vida adulta, onde muitas se mantem casadas apenas por condições financeiras ou sei lá o porquê, pode ser por medo de acabar com uma família e milhares de motivos, no final se tornam o tipo infeliz e que na velhice vai reclamar eternamente o azar que teve no seu casamento para seus filhos, e automaticamente os filhos já vão ter medo de casar. Na minha opinião, a família ainda continua sendo a base de tudo, quem não quer um companheiro pra dormir e acordar, ir pra noite, curtir o momento, depois ter filhos lindos e lindos, hein? É triste porque a maioria das mulheres costumam dizer que não querem isso pra si, ou se querem, mas que não desejam ansiosamente e são poucas as que tem coragem de admitir que querem sim ter uma família do tipo comercial de margarina, que sonha com isso da mesma maneira que sonha em passar no vestibular, e só não admitem por puro medo de quebrar a cara e não acontecer nunca.
E por isso entramos e saímos de baladas sozinhas e solteiras, algumas se afundam em bebida e quando se afundam, qual é a primeira coisa que fazem? Ficam carente! Isso prova que precisamos sim de um companheiro. Nos afundamos, também, nos estudos pra cumprir os conselhos dos nossos pais que é sempre assim: “Estuda, pelo amor de Deus, não vai depender de homem”. Haha, atire a primeira pedra, você garotinha, que nunca escutou isso. Por causa desse “maldito” conselho, muitas vezes, chegamos aos trintas anos, sozinhas, independente financeiramente e mal revolvida conjugalmente ou mesmo amorosamente, muitas ainda fingem ser muito felizes, andando na mão de um e outro e ainda atrapalhando romances de muitas jovens, porque muitos homens costumam a dizer que... panela velha é que faz comida boa, haha. Sem falar, que antigamente as mulheres mais cobiçadas eram as mocinhas de família, mas hoje o mundo tá tão louco que elas se tornam desprezada (que caiam os Céus, o mundo tá perdido meu Deus haha). E ai se torna uma competição da desgranha (desculpa o palavriado!) e quando eram pra ser todas amigas e falar de moda, beleza, unha, roupa e homem, tornam-se adversarias numa competição louca pra ver quem pega o melhor, assim os princípios e sonhos vão ficando de lado e quando pensam que não, PUM, estamos sozinhas. Vale ressaltar que não precisa ninguém cair em depressão porque ainda não arranjou um namorado ou marido, e vale lembrar que não precisa achar que é fácil viver sozinha, porque um dia a vida de solteiro cansa, e deitar a noite e chorar no travesseiro não é nada bom.
De modo geral, saber se manter nunca é fácil, respeitar os princípios que nós mesmas criamos para ser respeitados, e muitas vezes são desrespeitados por nós mesmas, porque a nossa carne também é fraca e nós não somos sabidas ao ponto de saber sempre o homem que tá mentindo e o que tá falando a verdade.
Bem, existe uma grande variedade de mulheres, de todos os tipos, as mocinhas, as super-mocinhas, as ninfetas, patricinhas, as que querem dizer que são santas e não são, e as piriguetes (inventaram esse nome para as que não se dão valor, acho até um nome muito jeitosinho para as tais, mas enfim...), as que sonham em casar, as que sonham em ser mãe solteira ... E o que todas nós temos de comum é que somos todas diferentes.
Pra uma mulher de verdade, que sabe errar, reconhecer os erros, dar a volta por cima e manter sempre a postura, postura* (palavra sem significado para muitas, o que prejudica até as que vivem eternamente preocupada com esse significado, e as tais que não sabem o valor dessa bendita palavra, vulgarizam o mundo de modo que os homens ficam confusos e na maioria das vezes acabam generalizando tudo).
Bem, esse foi o meu poste de hoje, acho que NÓS, divas do século XXI, deveríamos fazer uma corrente em prol do respeito a nós mesmas, e pra começo, nós temos que ser as primeiras a saber nos respeitar. Acho que cada mulher deve ter um pouco do tempo em que a mulher era submissa ao homem e um muito do tempo moderno, mas é preciso um tanto de cada, para estabilizarmos uma regra a ser respeitada pelo sexo oposto ao nosso.

A graça é um reflexo do amor sobre um fundo de pureza. A pureza é a própria mulher.



Carina Palhano

domingo, 27 de junho de 2010

Palhaço triste.


Nada doeu até você me empurrar, com força, e eu caí.
Eu sangro, estou sagrando.
E ainda estou caindo, ainda caio.

GossopGirl

sábado, 26 de junho de 2010

Pode invadir.


“Pode invadir
Ou chegar com delicadeza
Mas não tão devagar que me faça dormir
Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar
Acordo pela manhã com ótimo humor
Mas ... permita que eu escove os dentes primeiro
Toque muito em mim
Principalmente nos cabelos
E minta sobre minha nocauteante beleza
Tenho vida própria
Me faça sentir saudades
Conte algumas coisas que me façam rir
Viaje antes de me conhecer
Sofra antes de mim para reconhecer-me
Acredite nas verdades que digo
E também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa.
Respeite meu choro
Me deixe sozinha
Só volte quando eu chamar
E não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada
Então fique comigo quando eu chorar, combinado?
Seja mais forte que eu e menos altruísta!
Não se vista tão bem...
Gosto de camisa para fora da calça,
Gosto de braços
Gosto de pernas
E muito de pescoço.
Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, cheiros, olhos, mãos...
Leia, escolha seus próprios livros, releia-os.
Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos.
Seja um pouco caseiro e um pouco da vida
Não goste tanto de boate que isto é coisa de gente triste.
Não seja escravo da televisão, nem xiita contra.
Nem escravo meu
Nem filho meu
Nem meu pai.
Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.
Me enlouqueça uma vez por mês
Mas me faça uma louca boa
Uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ...
Goste de música
Não invente de querer muitos filhos
Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora
Quero ver você nervoso, inquieto
Olhe para outras mulheres
Tenha amigos que se tornem meus amigos e digam muitas bobagens juntos.
Me conte seus segredos ...
Me faça massagem nas costas.
Beba
Chore
Eleja algumas contravenções.
Me rapte!
Se nada disso funcionar ...
Experimente me amar!”

Marta Medeiros

sexta-feira, 25 de junho de 2010

É pra falar de mim mesma.



... É pra falar de mim mesma que hoje eu vir aqui.

Eu tava meio sumida, admito! Mas me entendam, estava meio sumida e muito estressada. Eu sei, ir pra escola é fundamental (todos sabem), e eu não vejo problema nenhum em estudar, afinal de contas, é meu futuro que tá em jogo, por isso, eu até gosto de estudar. Mas, tudo tem um limite, e esse primeiro semestre pra mim, foi muito cansativo, gastando todos os meus neurônios, parte desses primeiros seis meses. Sim! Isso foi apenas uma ‘introdução’, eu disse que vir aqui falar de mim, e vou, vou tentar ser direta, se não for, me desculpem, a minha intenção é relacionar o que anda acontecendo com o que eu ando aprendendo.
Então, eu vou falar da parte principal, que foi o meu aniversário, como todos os anos, uma data muito especial para mim, e se torna muito mais especial, quando eu vejo que é o mesmo pra outras pessoas, pessoas essas, que chamo de amigos, companheiros, e enfim... existem vários tipos de amigos, até mesmo os que não sabem tudo da minha vida e não estão comigo o tempo todo, mas se eles tem algum tipo de consideração por mim, eu os chamo de amigos, simplesmente acho que a palavra ‘colega’ soa chato, e a palavra ‘conhecido’ soa quase como ‘desconhecido’.
Os meus amigos da escola fizeram uma surpresa pra mim (todo ano alguém faz uma, hihi). Foi tão lindo que eu chorei, eu não tava esperando mesmo, e algumas pessoas estavam indiferente comigo, eu imaginei que as mesmas não estavam lembrando do que significava pra mim a data onze de junho, e isso me magoou, mas depois eu fiquei bem feliz, muito mesmo. Recebi visitas de pessoas bem queridas, e felicitações de familiares, e meus pais? Sempre comigo, claro, me proporcionando o que há de melhor: o amor verdadeiro.
O que me toca, é que eu completei mais um ano de vida, e isso é muito gratificante. Obrigada do fundo do meu coração, Meu Deus! Por essa vida, que eu tanto amo.
E falando de mim, escrevendo aqui e me vendo de outro ângulo, ou sei lá... O meu propósito agora é me ver de frente ao espelho, mas vendo meu interior, pra tentar falar (escrever) sobre mim mesma. E sabe o que vejo em mim? Milhares de contradições, bem fixas, (não sei se consegue me entender). Eu me vejo uma menina ou talvez uma mulher, com convicções, que sabe o que quer da vida, mas que mesmo assim, sempre se atrapalha, que tá em busca da certeza, embora saiba que nunca vai encontrar, a vida é incerta demais, as pessoas são traiçoeiras e mentirosas, mesmo assim, consegui encontrar no meio de mil, as que me entendem e me fazem feliz.
Eu também vejo uma ‘menina ou talvez uma mulher’ que já sofreu, mas que na maior parte dos seus dezesseis anos de vida, foi bem feliz, e esbanjou bastantes sorrisos, e sorrisos sinceros; ‘uma menina ou talvez uma mulher ‘que foi criada por um pai e uma mãe e que nunca teve irmãos, e por isso foi chamada de mimada e etc., mas sempre se achou tão independente, que muitas vezes fez papel de criança, ficou com vergonha mas não se arrependeu, cabeça dura, sempre o usando o pretexto que aprendeu. Ah! Eu vejo uma garota, que se perdeu em meios de letras e músicas e encontrou uma vida com sentindo através das palavras. Posso ser tímida, extrovertida, engraçada, posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, só depende de como e quando você me vê passar. (Clarice Lispector).
E em meio de tantas coisas, eu vejo, que nesses dezesseis anos, quando eu me olho no espelho pra ver o meu interior, eu sou o que sou, e é isso que é importante pra mim. Eu fico muito grata por isso, eu tenho que agradecer a Deus, que no meio de topadas, tombadas, caídas e retomadas eu sempre fui eu mesma, e se alguém me pedir um conselho eu digo: Seja você, mas estude você, pra ser o melhor que você pode ser, porque você sempre pode ser melhor.

Ps.: Acho que escrevi muito, mas tudo bem – eu nunca tenho a intenção de exagerar, embora, as vezes, eu acabe exagerando, mas quando é pro meu próprio bem, eu não vejo problema.

"Eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida." (Clarice Lispector)


Carina Palhano

É furada, mocinha.

Mulher Sábia


Texto de Danusa Leão para o Estado de São Paulo
Meninas de todo o Brasil, tenho um conselho valioso para dar aqui: se você acabou de conhecer um rapaz, ficou com ele algumas vezes e já está começando a imaginar o dia do seu casamento e o nome dos seus filhos, pare agora e me escute: na próxima vez que encontrá-lo, tente (disfarçadamente) descobrir como é sua barriga. Se for musculosa, torneada, estilo 'tanquinho', fuja! Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma distância segura. É fria, vai por mim.
Homem bom de verdade precisa, obrigatoriamente, ostentar uma barriguinha de chopp. Senão, não presta. Veja bem, não estou falando daqueles gordos suados, que sentam horas na frente da televisão com um balde de frango frito e que, quando se abaixam,mostram um cofre peludo. Não! Estou me referindo àqueles que, por não colocarem a beleza física acima de tudo (como fazem os malditos metrossexuais), acabaram cultivando uma pancinha adorável. Esses, sim, são pra manter por perto. E eu digo o por quê, você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma e provavelmente será engraçado, mesmo. Já os 'tanquinhos' farão isso esperando que todas as mulheres do recinto caiam de amores - e eu tenho dó das que caem.
Quando sentam em um boteco, numa tarde de calor, adivinha o que os pançudos
pedem pra beber? Cerveja! Ou Coca-cola, tudo bem também. Mas você nunca os verá pedindo suco ou coca-light. Ou, pior ainda, um copo com gelo pra beber a mistura patética de vodka com
'clight' que trouxe de casa.. E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem se importam com essa informação. E no quesito comida, os homens com barriguinha também não deixam a desejar. Você nunca irá ouvir um 'ah, amor, 'Quarteirão' é gostoso, mas você podia provar uma 'McSalad' com água de coco'. Nunca! Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo, você também não precisa estar.
Mais uma vez, repito: não é pra chegar ao exagero total e mamar leite condensado na lata todo dia! Mas uma gordurinha aqui e ali não matará seu relacionamento. Se ele souber
cozinhar, então, bingo! Encontrou a sorte grande, amiga... Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz.
Outra coisa fundamental: homens barrigudinhos são confortáveis. Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela, pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível! Homens com barriga não são metidos, nem prepotentes, nem donos do mundo (tem uns sem barriga que também não são, mas a maioria são!). Eles sabem conquistar as mulheres por maneiras que excedem a barreira do físico. E eles aprenderam a conversar, a serem bem humorados, a usar o olhar e o sorriso pra conquistar. É por isso que eu digo que homens com barriguinha sabem fazer uma mulher feliz...

Ps.: Mas são barriguinhas pequenas, barriguinhas sexy, são barriguinhas bonitinhas de quem não se importou de ir pra academia, pelo amor de Deus, não são homens buxudos, gordos ou tipo Rei-Momo e etc... puf.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Entre letras e vozes.

Tudo começou com um lápis e uma borracha, só depois que vieram as canetas. Ah! e eu tava com muita preguiça.


Hoje foi um dia big especial pra mim. Tão simples o momento, que transformou-se em mágico e inesquecível. Essa semana, na minha escola, teve uma Oficina de Redação, dividiram as salas do 2° ano do Ensino Médio, e cada dia, algumas turmas foram pro Teatro da minha escola, fazer as apresentações.
No início, não se passou de uma “besteira”, que ainda por cima, tava me atrapalhando nas atividades. Mas pelo grande apreço que tenho pela escrita, eu me arrisquei. Hoje, quando me deparei com vários e vários professores, alunos, e funcionários, eu gelei, deu um nervoso tão grande, que eu, seriamente, pensei em desistir. Mais por força maior (de amigos e queridos professores) eu fui em frente e fiz minha parte. Eu li minha redação, e é tão complexo ver aquelas pessoas te olhando fixamente, como se estivesse todas esperando você cometer um erro, que no momento, você pensa que vai te condenar por resto da vida. Só que quando você termina, elas te dão aplausos de presente, que te deixa, com mais vergonha, só que te deixa lisonjeado. Eu, dificilmente, me ‘acanho’ em apresentações, mas quando acontece, eu fico triste e insegura! Enfim...
Tiveram várias outras leituras, homenagens e teve até música. Foi muito especial. Um momento tão significante perto de pessoas que fazem mais do que parte da sua vida, perto de mestres. Eu quero agradecer a minha professora de Literatura e ao Professor de Gramática e Redação, e as minhas amigas, é claro! Antes de eu subir no palco do Teatro pra ler a minha redação, o professor Gilmar Lopes, deu uma simples aula, do que é escrever, e disse com palavras cativantes que escrever é divino, que escrever não é só relacionar idéias e sim respeitar normas da Língua Portuguesa, tudo me deixou tão entusiasmada e ao mesmo tempo insegura. Quem me conhece sabe o tamanho da insegurança que eu tenho nas coisas que transcrevo pro papel, nunca me satisfaz. Mesmo assim, a vontade é mais forte.
A redação que tem na postagem anterior, foi a que eu fiz e apresentei hoje – 02/06/2010
Beijinhos, e creio que agora virei aqui com mais freqüência.

Carina Palhano

- Por que ler?
Todo mundo sabe que ler é importante, mas a maioria acha difícil. Convém lembrar que sem a leitura somos pássaros de asas quebradas. A leitura nos traz conhecimento, imaginação, sonhos, e tudo de melhor que se pode imaginar.
O porquê ler, é meio obvio e confuso também. A leitura é o caminho mais mágico. E não tem como a descrever. Trazendo-nos sonhos e imaginações surreais, a leitura invade a vida de qualquer individuo fazendo um ser mais sábio e culto.
Já ouvimos dos nossos pais e avós a mesma frase de sempre, desde pequenos, mandado pegar um livro, revista ou coisa do tipo, para fazermos uma leitura. E tudo se tornou um tanto clichê. Vendo por outro lado, (pelo lado certo, melhor dizendo) devemos achar o caminho do prazer, que nos levará a ver a questão por outro ângulo.
Neste mundo de tantos outros, de tantas crenças, o conhecimento permanece em primeiro lugar, fazendo-nos pessoas melhores, ele traz recompensas desde a vida espiritual até a vida social. E parte do que somos e temos devemos a leitura que tivemos.
O exercício mais saudável é a leitura, fazendo-nos sentir bem desde o começo até o fim dos seus dias. Ler nunca é demais! Espero ter respondido a pergunta proposta, mesmo que de forma subentendida. Quero pedir licença e abrir um parêntese, pra pôr uma frase de Bill Gates, que fala por mim, ou melhor, fala a voz de uma jovem pedindo socorro ao mundo que aos poucos está esquecendo o principal da vida.
“Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.”
Obrigada pela atenção.

Carina Palhano