Eu sempre fico um tanto quanto intrigada com os seres humanos. Como entendê-los? Vai saber... eu não conheço bem a mim mesma, (e olha que convivo comigo desde quando nasci) vou conhecer uma pessoa que acabei de "conhecer"? Pra começo de conversa, a minha vida é tão cheia de coisas que as vezes chego a pensar que não vou dá conta de tudo, e quando chego a noite e encosto a minha cabeça no travesseiro eu agradeço bastante a Deus por ter cumprido meu dever daquele dia, e se não cumprir, lamento, e tento fazer melhor no outro dia, e assim vai se sucedendo. Enfim, eu sempre me preocupo com coisas que diz respeito a mim. Você é assim? - Não sei! Mas se você for como eu, saiba: TEM MUITA GENTE DANDO CONTA DA SUA VIDA. Eu não tou falando dos papinhos dos marocas, não! seria vulgar demais falar de gente que fica regrando sua vida, e realmente: marocando! Só essa palavra, já é de baixo nível. Mas o mais engraçado são aquelas pessoas que se dizem ser ou foram, ou serão um dia seu amigo ou uma pessoa próxima de você, que fica, minuciosamente, regrando cada palavra e cada atitude sua, guardando cada detalhe de vocês, pra mais em frente, criticar, comentar com sarcasmos, pra comparar, entre outros... Sabe, é um horror pensar que existe gente assim, mas existe! e eu acho até pior do que aquele seu vizinho maroca que passa o dia sem fazer e fica na janela vendo o que tá acontecendo na casa dos outros. É mais esquesito! Não consigo entender como uma pessoa tem coragem de se submeter ao papel mediocre de ficar sentando esperando uma falha sua pra glorificar ao seu erro, e as vezes, as suas derrotas. Sim! Essa pessoa deve te achar um verdadeiro deus-da-perfeição, porque pra chegar ao ponto de achar que você nunca vai errar, nunca vai chorar e nunca ninguém vai te machucar? - Acho que não nenhum ser racional, e até mesmo irracional, diga-se de passagem que seja perfeito. É uma pena, porque o mundo é uma camada de diversidade, culturas e novos horizontes... pra quem não tem um dia-a-dia elevado, ou seja, pra quem não tem compromissos, fica a dica que pegue um livro, se crie um personagem, ou tenha total admiração por alguém famoso, da mídia, pelos atores globais e internacionais. Por que caçar e colecionar erros e falhas de pobres mortais de uma Ilha pequena, não vale a pena né?!
Ps.: um texto simples e informal, não foi um dos mais inteligentes, mas servirá pra algumas pessoas!
Caramba! Estou uma blogueira tão ausente ultimamente, peço perdão.
Eu tenho uma comunidade no Orkut que diz que as pessoas só percebem sua importância quando sentem sua falta, na maioria das vezes. Essa síntese me fez perceber algo. Antes, esse blog aqui, era parte de mim, mas eu achava um tanto quanto tosco vir aqui falar pensamentos e mostrar alguns textos e trechos de livros e etc. que eu gosto. Enfim, pra mim, isso aqui tudo era em vão. A questão é que o cotidiano anda me tirando toda a inspiração e criatividade e me fez essa escritora tão ausente, e nessa ausência várias, pessoas me procuraram pra dizer que eram leitores de carteirinha do meu blog e que estavam tristes por eu ter o deixado de lado, no começo, não levava a serio, mas agora eu vi a importância disso aqui, não só pra mim.
É por isso que eu a partir de agora, em hipótese alguma eu deixarei de lado as minhas escritas, e sempre que puder venho deixar uma palavrinha aqui.
“Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Esse jeito de ouvir além dos olhos, de ver além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio tão clara no próprio coração e tantas vezes até doer ou sorrir junto com toda sinceridade. Essa sensação, de vez em quando, de ser estrangeiro e não saber falar o idioma local, de ser meio ET, uma espécie de sobrevivente de uma civilização extinta. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Esse melindre de ferir por saber, com nitidez, como dói se sentir ferido. Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Essa saudade, que faz a alma marejar, de um lugar que não se sabe onde é, mas que existe, é claro que existe. Essa possibilidade de se experimentar a dor, quando a dor chega, com a mesma verdade com que se experimenta a alegria. Essa incapacidade de não se admirar com o encanto grandioso que também mora na sutileza. Essa vontade de espalhar buquês de sorrisos por aí, porque os sensíveis, por mais que chorem de vez em quando, não deixam adormecer a ideia de um mundo que possa acordar sorrindo. Pra toda gente. Pra todo ser. Pra toda vida. Eu até já tentei ser diferente, por medo de doer, mas não tem jeito: só consigo ser igual a mim.”
Há quanto tempo que eu não venho por aqui. Então... escrever sobre meus sentimentos se tornou um tanto complicado, é um furacão de coisas na minha vida que um dia, parece um mês, e uma semana, parece uma eternidade, e assim, vai me falhando a memória, e fazendo-me esquecer de detalhes, que sinceramente, até acho bom. Detalhar situações e momentos nunca foi o meu forte, perfeccionismo também não. Eu prefiro as coisas bem avulsas e jogadas no tempo, e que tudo aconteça no momento certo.
Eu nem pretendo escrever muito, e nem falar sobre o que anda acontecendo, mas só pra frisar, têm coisas maravilhosas acontecendo e outras, não tão maravilhosas assim, mas eu não ando mais me importando tanto com isso, pois meu coração já mais de pedra, e com todo respeito, eu já nem sei verdadeiramente o que sinto. Só sei que viver é muito bom, apesar de tudo.
Continuo a mesma, a mesma essencia, o mesmo caráter, e ao mesmo tempo mudando e aprendendo sempre, ou seja: continuo a mesma garota contraditória e indecisa, quando de longe, pensam que eu sou o poço da certeza, e um detalhe importante pra falar, é que por pensarem isso, acabam cobrando muito de mim, e me deixando uma pessoa estreita quando se trata de ter que tomar as minhas próprias decisões. Enfim... é isso, tava com saudade disso aqui, e aproveitei que hoje saiu alguma coisa e que eu estou em casa. Haha. Uma boa noite a todos, e beijinhos.
Se privar de muitas coisas pela sociedade, sonhar e nem sempre expressar o sentimento. As mulheres de hoje em dia querem tanto um reconhecimento na sociedade, querem tanto se mostrar independente emocionalmente e blá blá blá.
Há quem diga que as mulheres em tempos remotos viviam na beira do fogão e da lavanderia, hoje nós temos liberdade pra exatamente tudo, inclusive para nos pôr limites e poder sonhar da maneira que quiser! Liberdade não significa ter milhões de namorados e muito menos achar que homem não serve pra nada, além de prazer, e que todas podem criar filhos sozinhas. Não é assim! Por favor, eu não quero dizer que temos que nos sujeitar a qualquer situação apenas para ter alguém ao nosso lado, seja na juventude, ou numa vida adulta, onde muitas se mantem casadas apenas por condições financeiras ou sei lá o porquê, pode ser por medo de acabar com uma família e milhares de motivos, no final se tornam o tipo infeliz e que na velhice vai reclamar eternamente o azar que teve no seu casamento para seus filhos, e automaticamente os filhos já vão ter medo de casar. Na minha opinião, a família ainda continua sendo a base de tudo, quem não quer um companheiro pra dormir e acordar, ir pra noite, curtir o momento, depois ter filhos lindos e lindos, hein? É triste porque a maioria das mulheres costumam dizer que não querem isso pra si, ou se querem, mas que não desejam ansiosamente e são poucas as que tem coragem de admitir que querem sim ter uma família do tipo comercial de margarina, que sonha com isso da mesma maneira que sonha em passar no vestibular, e só não admitem por puro medo de quebrar a cara e não acontecer nunca.
E por isso entramos e saímos de baladas sozinhas e solteiras, algumas se afundam em bebida e quando se afundam, qual é a primeira coisa que fazem? Ficam carente! Isso prova que precisamos sim de um companheiro. Nos afundamos, também, nos estudos pra cumprir os conselhos dos nossos pais que é sempre assim: “Estuda, pelo amor de Deus, não vai depender de homem”. Haha, atire a primeira pedra, você garotinha, que nunca escutou isso. Por causa desse “maldito” conselho, muitas vezes, chegamos aos trintas anos, sozinhas, independente financeiramente e mal revolvida conjugalmente ou mesmo amorosamente, muitas ainda fingem ser muito felizes, andando na mão de um e outro e ainda atrapalhando romances de muitas jovens, porque muitos homens costumam a dizer que... panela velha é que faz comida boa, haha. Sem falar, que antigamente as mulheres mais cobiçadas eram as mocinhas de família, mas hoje o mundo tá tão louco que elas se tornam desprezada (que caiam os Céus, o mundo tá perdido meu Deus haha). E ai se torna uma competição da desgranha (desculpa o palavriado!) e quando eram pra ser todas amigas e falar de moda, beleza, unha, roupa e homem, tornam-se adversarias numa competição louca pra ver quem pega o melhor, assim os princípios e sonhos vão ficando de lado e quando pensam que não, PUM, estamos sozinhas. Vale ressaltar que não precisa ninguém cair em depressão porque ainda não arranjou um namorado ou marido, e vale lembrar que não precisa achar que é fácil viver sozinha, porque um dia a vida de solteiro cansa, e deitar a noite e chorar no travesseiro não é nada bom.
De modo geral, saber se manter nunca é fácil, respeitar os princípios que nós mesmas criamos para ser respeitados, e muitas vezes são desrespeitados por nós mesmas, porque a nossa carne também é fraca e nós não somos sabidas ao ponto de saber sempre o homem que tá mentindo e o que tá falando a verdade.
Bem, existe uma grande variedade de mulheres, de todos os tipos, as mocinhas, as super-mocinhas, as ninfetas, patricinhas, as que querem dizer que são santas e não são, e as piriguetes (inventaram esse nome para as que não se dão valor, acho até um nome muito jeitosinho para as tais, mas enfim...), as que sonham em casar, as que sonham em ser mãe solteira ... E o que todas nós temos de comum é que somos todas diferentes.
Pra uma mulher de verdade, que sabe errar, reconhecer os erros, dar a volta por cima e manter sempre a postura, postura* (palavra sem significado para muitas, o que prejudica até as que vivem eternamente preocupada com esse significado, e as tais que não sabem o valor dessa bendita palavra, vulgarizam o mundo de modo que os homens ficam confusos e na maioria das vezes acabam generalizando tudo).
Bem, esse foi o meu poste de hoje, acho que NÓS, divas do século XXI, deveríamos fazer uma corrente em prol do respeito a nós mesmas, e pra começo, nós temos que ser as primeiras a saber nos respeitar. Acho que cada mulher deve ter um pouco do tempo em que a mulher era submissa ao homem e um muito do tempo moderno, mas é preciso um tanto de cada, para estabilizarmos uma regra a ser respeitada pelo sexo oposto ao nosso.
A graça é um reflexo do amor sobre um fundo de pureza. A pureza é a própria mulher.
“Pode invadir Ou chegar com delicadeza Mas não tão devagar que me faça dormir Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar Acordo pela manhã com ótimo humor Mas ... permita que eu escove os dentes primeiro Toque muito em mim Principalmente nos cabelos E minta sobre minha nocauteante beleza Tenho vida própria Me faça sentir saudades Conte algumas coisas que me façam rir Viaje antes de me conhecer Sofra antes de mim para reconhecer-me Acredite nas verdades que digo E também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa. Respeite meu choro Me deixe sozinha Só volte quando eu chamar E não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada Então fique comigo quando eu chorar, combinado? Seja mais forte que eu e menos altruísta! Não se vista tão bem... Gosto de camisa para fora da calça, Gosto de braços Gosto de pernas E muito de pescoço. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, cheiros, olhos, mãos... Leia, escolha seus próprios livros, releia-os. Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos. Seja um pouco caseiro e um pouco da vida Não goste tanto de boate que isto é coisa de gente triste. Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu Nem filho meu Nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes. Me enlouqueça uma vez por mês Mas me faça uma louca boa Uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ... Goste de música Não invente de querer muitos filhos Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora Quero ver você nervoso, inquieto Olhe para outras mulheres Tenha amigos que se tornem meus amigos e digam muitas bobagens juntos. Me conte seus segredos ... Me faça massagem nas costas. Beba Chore Eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar ... Experimente me amar!” Marta Medeiros